• outubro 30th, 2013
  • Publicado por Redação Concurseiro10

Polícia Federal: Edital para área de apoio deve sair em novembro

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Deverá ficar para novembro a divulgação do edital do concurso para 566 vagas na área administrativa da Polícia Federal (PF). A previsão, segundo a Coordenação de Recrutamento e Seleção do órgão (Corec) do órgão, é que o documento regulador da seleção seja divulgado de uma semana a 15 após a assinatura de contrato com o Cespe/UnB, escolhido para organizar o concurso, o que não havia acontecido até a última sexta, dia 25.  Com isso, é pouco provável que haja tempo para que a divulgação ocorra ainda este mês. A PF tem até o dia 22 do mês que vem para publicar o edital, conforme prazo concedido pelo Ministério do Planejamento. Das 566 vagas a serem oferecidas, 534 serão para o cargo de agente administrativo, que tem como requisito o ensino médio completo e proporciona remuneração inicial de R$3.689,77, incluindo o auxilio-alimentação, que é de R$373. Para agente, segundo informações da Corec, a taxa de inscrição será de R$60.

Ainda de acordo com a coordenação, as vagas para o cargo serão distribuídas por todos os estados. A distribuição  deverá ser muito próxima daquela apontada como provável pelo Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos da PF (veja quadro nesta página). As outras 32 vagas serão em cargos de nível superior (taxa de R$70), todas para atuação em Brasília. Serão 11 vagas para engenheiro, sete para assistente social, cinco para contador, quatro para administrador, três para psicólogo e duas para arquivista. Os iniciais são de R$5.454,18 para engenheiro e de R$4.412,32 para os demais, também com o auxílio.  A seleção deverá compreender provas objetivas para todos os cargos e prova discursiva apenas para os cargos de nível superior. As avaliações serão realizadas no início do ano que vem. Embora ainda não haja confirmação, as provas deverão ser aplicadas em todas as capitais, sobretudo em função da previsão de vagas em todos os estados. Os classificados para as vagas já autorizadas deverão ser convocados logo após a homologação do resultado final do concurso, tendo em vista que, inicialmente, a inteção da PF era a de promover as nomeações ainda este ano.

Provas devem ser mais difíceis que as de 2004

Embora a Coordenação de Recrutamento e Seleção da PF tenha informado  recorrentemente que o último concurso para a área de apoio do departamento, realizado em 2004, é a maior referência para a nova seleção, aqueles que pretendem aproveitar a oportunidade que será aberta devem esperar por um pouco mais de dificuldade. Isso porque, segundo o professor Marcelo Marques do curso preparatório Concurso Virtual, o Cespe/UnB mudou, de forma significativa, o nível de cobrança nos últimos 10 anos. “Sobretudo nas disciplinas Noções de Arquivamento e Procedimentos Administrativos; Relações Públicas; Noções de Administração Financeira, de Recursos Humanos e de Materiais”, disse o professor, citando os conteúdos que leciona e que fizeram parte do conteúdo específico de agente administrativo na seleção promovida há quase dez anos.

O especialista ressaltou que, desde a última seleção para a área administrativa da PF, muita coisa mudou no perfil da prova. “Atualmente, venho observando que provas de nível médio para algumas disciplinas e, em especial, recursos materiais, têm vindo mais difíceis que as de nível superior e, com isso, exigindo do candidato a máxima atenção.” Marques avaliou também a provável quantidade de questões referentes às disciplinas citadas por ele. “No último concurso, foram 46 questões das 120 e, por isso, a banca deverá cobrar quase todos os itens do edital. Até porque o peso maior será para essas disciplinas em função da natureza do cargo administrativo”, argumentou.

Segundo o professor, qualquer que seja a matéria, a estratégia de estudo deve ser única: “Estudo teórico da matéria, elaboração de questões de fixação, elaboração de questões da banca de concursos passados e, por fim, elaboração de simulados”, apontou. “Qualquer matéria é importante e deverá ser estudada com a máxima atenção, e acredito que a estratégia correta está relacionada à essa sequência.” O especialista afirmou ainda que o recomendável é que o futuro candidato tenha uma agenda de estudos e que a siga. “Não se deve estudar apenas uma matéria por dia, mas sim várias. Dessa forma, segundo especialistas, a capacidade de assimilação aumenta”, disse, acrescentando que o intervalo de descanso é fundamental. “A ideia de estudar horas e horas sem parar não é uma boa opção. A cada hora de estudo, um intervalo de 5 a 10 minutos ajuda, e muito, no processo cognitivo.”

Fonte: Folha Dirigida – 29/10/13

 

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